“Quand je serai grande je ne t’oublierai jamais!”

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La dernière fois que l’on fait quelque chose a toujours un goût aigre-doux. Surtout si c’est quelque chose que l’on aime et que l’on sait que très probablement c’est vraiment la dernière fois qu’on le fait. Même si c’est un choix, il y a ce petit goût acidulé.

Partout où l’on passe, il y a des gens qui nous touchent. Par la positive, par la négative, parfois un peu des deux, peu importe. Les gens nous touchent, marquent un certain moment de notre vie, nous apportent des émotions, du vécu, de la maturité. Nous aident à grandir, à voir différemment, à vouloir faire différemment.

Fous rires, pleurs, parfois des coups de gueules, solidarité, amitié. Il y a des choses qui n’ont pas de prix. Il y a des choses qui font tout valoir la peine.

Tout ça je l’ai eu ici avec vous.

Deux ans ont largement suffi pour que je comprenne la différence que vous faites dans la vie des femmes, des couples, des familles.

Deux ans ont suffi pour que je réalise qu’effectivement “vous faites le plus beau métier du monde”. Parfois dans conditions très difficiles, ce que malheureusement certains ne remarquent pas. Mais ne baissez pas les bras, vous êtes incroyables, et ne laissez jamais personne vous convaincre que vous êtes « juste une de plus », ce n’est pas vrai ! Chacune d’entre vous m’a apporté des choses merveilleuses !

Deux ans ont suffi pour que je vous laisse un petit peu de moi, et, surtout, pour que reparte avec beaucoup de vous!

Aujourd’hui un chapitre se termine et une page se tourne dans mon grand livre de la vie.

Je suis très reconnaissante du petit bout de chemin que j’ai pu faire parmi vous.

Des expériences que je n’oublierais jamais!

Comment pourrais-je oublier la beauté et l’émotion contenues dans une naissance? Comment oublier le cœur qui bat trop vite, les mains qui transpirent et la pensée qui est déjà au prochain “et se?” quand les choses ont l’air de se compliquer? Comment oublier le soulagement de voir naitre un bébé qui va bien quand tout nous poussait à croire le contraire?

Comment VOUS oublier? Tout simplement impossible. Vous serez dans mon cœur à tout jamais!

Je pars le cœur serré mais l’esprit léger, et le bagage plein !

“Quand je serai grande, je ne t’oublierai jamais!”

 

– Tradução –

A ultima vez que fazemos algo tem sempre um sabor agri-doce. Principalmente se é algo que gostamos e que sabemos que muito provavelmente é mesmo a ultima vez. Mesmo sendo uma escolha, há sempre este gostinho meio ácido.

Por onde passamos há pessoas que nos tocam. Algumas pela positiva, outras pela negativa, outras um pouco dos dois. Pouco importa. As pessoas tocam-nos, marcam um determinado momento da nossa vida. Trazem-nos emoções, experiência, maturidade. Ajudam-nos a crescer, a ver diferente, a querer fazer diferente.

Ataques de riso, lagrimas, raspanetes, solidariedade, amizade. Há coisas que não têm preço. Há coisas que fazem tudo valer a pena.

Tudo isto eu vivi aqui, convosco.

Dois anos chegaram para eu perceber a diferença que vocês fazem na vida destas mulheres, destes casais, destas familias.

Dois anos chegaram para eu ver que vocês têm de faco “a mais bela profissão do mundo”. Embora as vezes o façam em condições muito dificeis, o que infelizmente nem todos percebem. Mas vocês são incriveis, e não deixem ninguém convencer-vos de que são “apenas mais uma”, porque isso não é verdade. Cada uma de vós me trouxe coisas maravilhosas.

Dois anos chegaram para eu vous deixar um bocadinho de mim, e partir com muito de vós!

Hoje, um capitulo termina e uma página se vira no meu livro da vida.

Estou muito grata do pequeno pedaço de caminho que pude fazer convosco. Experiências que nunca esquecerei!

Como poderei eu esquecer a beleza e a emoção contidos num nascimento?
Como esquecer o coração que bate mais depressa, as mãos que transpiram e os pensamentos que já estão no próximo “e se” quando as coisas parecem complicar-se?
Como esquecer o alívio de ver nascer um bebé que está bem quando tudo nos levava a crer o contrário?

Como vos esquecer? Simplesmente impossível! Vocês ficarão para sempre no meu coração.

Parto de coração apertado mas de espirito leve e com a bagagem cheia!

“Quando for grande, não te esquecerei nunca!”

Assim vai a vida, aos olhos de uma enfermeira!

Hoje peço desculpas…

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Filhotes, meus queridos, hoje tenho que pedir-vos desculpa.

Desculpas, porque eu bem sei que vocês não têm culpa se o meu dia foi cansativo, se tive muito trabalho, ou se por alguma razão – que definitivamente nada tem a ver com vocês – ando stressada.

Desculpas, porque é sobre vocês que tem caído o meu mau humor e a minha falta de paciência. E é engraçado sem ter graça nenhuma, que esse mau humor e falta de paciência resultam precisamente da frustração não ter conseguido passar tempo de qualidade convosco. E isso chateia-me, aborrece-me, deixa-me stressada e frustada.

Desculpas, porque apesar de ter saudades vossas, tudo o que consigo fazer é responder mal ou dar um grito quando sei perfeitamente que o vosso comportamento também é resultado do pouco tempo que temos verdadeiramente passado juntos.

Desculpas, porque ultimamente não temos conseguido fazer batalhas de cócegas, jogar ao “quem é quem”, ler uma história ou cantar três musicas antes de deitar, e depois só mais uma, a ultima, que acaba sempre por se prolongar a mais duas ou três. E isso faz-vos falta. E a mim também.

Desculpas, porque não vos tenho dado espaço para se comportarem como crianças. Eu! que defendo sempre que a experiência da autonomia é mais importante do que a caneca entornada, eu que sempre digo que “não é grave, a mãe ajuda-te a limpar”, vejo-me a ralhar por coisas que vocês não têm o habito de me ouvir ralhar.

Desculpem os raspanetes sem fim desta ultima semana. Desculpem a paciência do tamanho de uma ervilha.

Desculpem a minha ausência apesar de estar presente.

Prometo que vou ter mais atenção.

Prometo que vamos voltar ao que sempre tivemos.

Amo-vos
Assim vai a vida… aos olhos de uma mãe!

Meninos: o perigo escondido nos calções de banho

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Hoje vi (aqui) um post que me relembrou um assunto que é muito importante mas sobre o qual pouco se fala: o perigo dos calções de banho de menino com rede interior.

O Duarte tinha uns – os da foto – que eu adorava, usou-os no verão dos seus 2 anos e no verão dos seus 3 anos.

A verdade é que quase sempre, à chegada da praia ou da piscina o Duarte queixava-se na altura de tirar os calções, e a pilinha tinha sempre um aspecto macerado, mas eu punha as “culpas” no sal do mar ou no cloro da piscina, NUNCA me passou pela cabeça que o problema viesse mesmo dos calções de banho!

Num dia de verão em que estava a trabalhar na urgência pediatrica recebi um menino de cerca de 6 anos que nem sequer conseguia andar. O problema dele: a pilinha estava “colada” na rede dos calções, e um dos testiculos tinha passado a rede e estava completamente “garrotado” dentro do buraquinho minúsculo da rede.
Desengane-se quem acha que é coisa fácil de resolver: não é! Dói que se farta e não se consegue simplesmente chegar ali e cortar – ou então as mães não precisavam levar as crianças à urgência!

Não faço ideia do mecanismo pelo qual isto acontece, mas na maior parte das vezes as crianças não se apercebem de nada até ao momento em que têm de tirar os calções. Tive a sorte de no caso do Duarte nunca ter passado de um desconforto.

Por isso, deixo aqui a chamada de atenção para as mães e pais de meninos: caso tenham calções de rede vistam umas cuecas por baixo do calção para evitar este tipo de complicações.

Bom verão e bons mergulhos 😉
Assim vai a vida… aos olhos de uma enfermeira!

Pais adoptivos: um grande bem-haja!

 

Não sou mãe adoptiva, nem sequer nunca acompanhei de perto nenhum processo de adopção. Mas acho que o desafio que estes pais aceitam é tão bonito e ao mesmo tempo tão duro que não posso esconder a minha admiração por eles!

Admiro-os em primeiro lugar porque na maioria das vezes são casais que levam anos de luta e muitos desgostos na bagagem, neste caminho de “ser pais”.

Admiro-os por nunca desistirem, e admiro-os por acolherem nos seus corações os filhos, que até aqui eram filhos… de ninguém.

Há filhos que não nascem da barriga, mas nascem do amor que os procura numa batalha onde não se aceitam vencidos.

Imagino que nesta gravidez o crescimento da barriga e as típicas duvidas do estilo “será que vamos ser bons pais” são substituidas pelo crescimento das pilhas de documentos e papéis necessários para PROVAR que hão-de ser bons pais.

Imagino que as consultas com o obstetra são substituidas por reuniões no centro de adopção, e que a gestação muitas vezes dura mais do que os “banais” nove meses.

Comparo o momento de adopção ao do parto, onde nascem os pais e uma nova criança, e onde começam os maiores desafios para ambos.

Imagino que os três dias na maternidade com as enfermeiras como recurso 24h/24h para dar “o salto”, são substituidos por um tempo de adaptação em casa com numero de telefone de recurso em caso de extrema necessidade.

Imagino que a adaptação progressiva do casal ao ritmo bebé, ao seu crescimento, à sua maneira de ser é substituida por uma adaptação mais exigente a uma criança que -dependendo da idade – já tem a sua personalidade, e que muitas vezes terá também um sentimento de “abandono” e o medo de ver a história repetir-se.

Imagino que as noites mal dormidas de um recem-nascido são substituidas por dias – e as vezes noites – de tensão onde os limites de ambos são muitas vezes postos à prova.

Imagino que o choro e as cólicas do recém-nascido são substituidos por desafios que por vezes podem ser desesperantes, mas que quando ultrapassados serão a maior prova de amor que aquela criança ja teve.

Imagino que aquela criança faz tudo isso na tentativa inconsciente de perceber se os pais merecem mesmo a sua confiança ou se a vão abandonar à minima adversidade.

Imagino que os pais superem tudo – mesmo cheios de duvidas – porque o amor que têm para dar ultrapassa todas as barreiras.

Ser pai e mãe – adoptivo ou não – não é uma tarefa fácil. Ser pai e mãe é viver constantemente a duvidar das suas capacidades, das suas escolhas e dos seus métodos educacionais. Mas nunca do seu amor.

Ser pai e mãe é tirar cursos intensivo de flexibilidade, resolução de problemas, de como fazer face a situações de crise, como-prolongar-a-sua-paciência-até-ao-infinito-e-mais-além, de técnicas de negociação ultra-modernas e de como-amar -incondicionalmente-além-da-nossa própria-vida.

Admiro estes pais porque ao contrario de nós, eles não o vão fazendo progressivamente e quase sem se darem conta. Passam muitas vezes de um casal sem filhos, provavelmente com uma casa impecávelmente limpa e arrumada, a um casal com um (ou mais!) filho(s) de 2, 3, 4, 5 anos, as vezes ainda mais velhos. Crianças que já trazem os seus hábitos, que é preciso adaptar delicadamente à nova familia. A casa impecavélmente limpa e arrumada fica quase em estado de sítio com brinquedos espalhados, migalhas e restos de sumo pelo chão.

Porque imagino que não seja fácil e que as vezes os amigos não se apercebam – como aliás muitas vezes não se apercebem das dificuldades que os casais vivem com a chegada de um bebé!

Mas, ser pai e mãe adoptivos é dar amor a uma criança que os esperava há tanto tempo. Talvez tempo demais, talvez até essa criança já tivesse perdido a esperança de ter um pai e uma mãe de verdade.

Ser pai e mãe adoptivos, é um gesto de altruismo que merece todo o meu respeito.

Adoptar uma criança é proporcionar-lhe aquilo que deveria ser um direito seu: uma familia!

Ser pai/mãe adoptivo é ter um inicio de percurso diferente, mas é ver os filhos crescerem e ganharem expressões, formas de estar e de falar que conferem parecenças mais realistas com os pais do que muitos filhos biológicos.

A todos os pais e mães adoptivos, aqui fica a minha homenagem e um grande bem haja!
*Peço desculpa se a minha visão for uma visão completamente desviada da realidade… não hesitem em partilhar a vossa experiência nos comentários!!

 

Assim vai a vida… aos olhos de uma mãe!

Os meus conceitos do ano: ecologia, minimalismo, lixo zero!

 

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*Felicidade* “Onde encontraste isso? Procuro desde sempre!”  “Fiz eu mesmo!”

2016 está a revelar-se um ano cheio mudanças: mudanças exteriores, com novos projectos no horizonte (embora alguns nem eu mesma saiba quais são!) mas principalmente mudanças interiores.

O primeiro semestre foi de muita reflexão e muitas decisões que implicaram mudanças para toda a familia, algumas mudanças a curto prazo, outras a médio/longo prazo. E é nestas ultimas que entram os termos principais do texto de hoje: ecologia, biologia, “minimalismo” e “zero lixo”.

Nos ultimos meses pensei muito na vida, no valor da vida, no que REALMENTE quero da vida, no que é realmente importante para mim. Cheguei à conclusão de que quero uma vida mais vazia de coisas e mais cheias de sentimentos – não que estes ultimos me faltem, mas por vezes parece que ficam meio encobertos pelas coisas, pela nossa procura/mania de querer sempre mais. E aqui entra o “minimalismo”.

Minimalismo é um modo de vida. E não, não significa tornar-se um eremita numa gruta na montanha sem água nem luz. Significa tomar consciência daquilo que somos e daquilo que precisamos realmente para sermos FELIZES!

No que me diz respeito comecei por fazer uma triagem nos armarios ca de casa. Reduzi drasticamente o meu guarda-roupa e apercebi-me que estava cheio de coisas que eu já não uso, ou que já não gosto. Estou a aprender a fazer triagem sem dó nem piedade: ou se usa, ou não se usa! Não é facil porque eu ponho muito valor sentimental nas coisas que tenho, mas o outro conceito importante é aprender a desprender-se.

No fundo, minimalismo é o quebrar com consumismo desenfreado, identificando as nossas reais necessidades e tornando-nos consumidores conscientes.

E isto leva-me para o proximo ponto: não me posso tornar uma consumidora consciente sem tomar consciência do que se passa à minha volta. Numa altura em que cada vez mais se fala em problemas ecológicos, resolvi também ler um pouco mais sobre o assunto, É algo que tem surgindo de forma natural e já ha alguns meses que comecei a preocupar-me mais com o que comemos, com o que os meus filhos comem e por isso muita coisa industrializada que já pouco compro e prefiro fazer em casa (pão, iogurtes e bolachas, por exemplo). Priveligio os frutos e legumes bio e provenientes de agricultura equitável, se possivel de produtores locais. Tento reduzir o consumo de carne – sem grande sucesso por agora. Não aspiro ao veganismo – pelo menos para já – mas a consumir com moderação e ponderação. Acho que ecológicamente os “estragos” para se alimentar uma familia com 3 refeições de carne por semana (o aconselhado) não são os mesmos que alimentar uma familia com 10 a 14 refeições de carne por semana.

E então, no meio das minhas pesquisas, descobri o conceito “lixo zero”. Este conceito visa diminuir a quantidade de lixo produzida. Neste momento ca em casa devemos estar a produzir cerca de 3 sacos de lixo de 20L por semana. Já há algum tempo tinha feito o exercicio de imaginar todo o lixo que é produzido por todas as pessoas do mundo, e cheguei à conclusão que dentro de pouco tempo o planeta terra será um gigantesco aterro sanitário… mas na altura fiquei-me por aqui. No entanto agora, depois de tudo o que tenho lido, pesquisado, ideias trocadas com outras pessoas, decidi que quero mais. Quero produzir menos lixo. Quero optar por tudo o que puder ser reutilizavél ao invés de descartável, e já adoptei algumas estratégias!

Pensar em “lixo zero” é ser demasiado utópico neste momento porque nada se faz de um dia para o outro, e eu acho que tudo deve ser feito com conta peso e medida. Não pretendo ficar “obcecada”, mas mais uma vez pretendo tornar-me numa consumidora consciente.

Assim que puder escrevo um texto sobre os meus primeiros passos nestas andanças e as minhas primeiras estratégias adoptadas, pode ser que vos motive também!! 😉

 

Assim vai a vida… aos olhos de uma mãe!

Dia Mundial da Criança

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Neste dia mundial da criança podia escrever sobre o quão maravilhosos são os filhos, sobre o quão fantastico é ser criança ou ainda sobre a criança que há – ou deveria haver – em cada um de nós.

Mas o texto de hoje dedico aquelas crianças que não sabem o que é ser criança. Que não sabem o que é ser amada, ser protegida, ser aconchegada. Que ao invés disso, só sabem o que são maus tratos.

Hoje, algures no mundo, enquanto eu brincava com os meus filhos no jardim, um bebé da idade do Francisco era brutalmente espancado por quem o deveria proteger.

Hoje, algures no mundo, enquanto eu estava à mesa com os meus filhos para o nosso lanche-especial-dia-dos-filhos como lhe chamamos, uma criança da idade da Eva, estava a ser sexualmente abusada por quem deveria ser merecedor da sua confiança.

Hoje, algures no mundo, enquanto o Duarte apanhava a roupa do estendal comigo ao mesmo tempo que faziamos macacadas, uma criança da idade dele estava a ser insultada e humilhada por quem devia cuidar dela.

Hoje, Dia Mundial da Criança, enquanto eu contava a história da noite aos meus filhos, algures no mundo uma criança morria vítima de maus tratos infantis.

Anualmente, sgundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) a nivel mundial, cerca de 31 mil crianças com menos de 17 anos são vítimas de homicidio. Isto dá uma média de 85 mortes por dia por maus tratos infantis.

Segundo a UNICEF, a cada hora uma criança morre espancada, torturada ou queimada pelos próprios pais.

São números que doem. E doem porque não são numeros. São crianças. Da idade dos meus, da idade dos seus.

Neste Dia Mundial da Criança, só queria trazer mais um bocadinho de consciencialização para esta problemática tão actual que não conhece raça ou credo, idade ou género, classe social alta ou baixa.

Que os profissionais que interagem com as crianças possam e consigam detectar a tempo estas situações e intervir de forma eficaz, alterando mentalidades e comportamentos de quem nunca viu fazer de outra maneira, e pondo a salvo as crianças quando todas as outras formas de intervenção falham.

Neste Dia Mundial da Criança, deixo o meu maior respeito a todos estes meninos e meninas.
Assim vai a vida… aos olhos de uma enfermeira!